Os Melhores Jogos de 2025 Segundo Zack Zwiezen | Análise Kotaku

Por Oliver A. - Publicado em 01/01/2026

A Lista Mais Pessoal de 2025: Analisando o Top 10 Jogos de Zack Zwiezen na Kotaku

O ano de 2025, de acordo com o crítico Zack Zwiezen da Kotaku, foi um período de exceções e diversidade, mas sem um único campeão incontestável. Ao contrário de anos onde um blockbuster massivo dominava todas as conversas e premiações, a publicação da sua lista dos dez melhores jogos levanta uma questão fascinante: O que significa ter um ano recheado de ótimas opções, mas sem um claro frontrunner?

A percepção de Zwiezen, capturada na manchete que sugere a ausência de um “dono” para o prêmio de Jogo do Ano (GOTY), reflete uma maturidade do mercado onde a qualidade está distribuída por uma gama mais ampla de gêneros e orçamentos. Vamos mergulhar no que essa ausência de consenso significa para a indústria e como a visão particular de um crítico influencia a narrativa de fim de ano.

O Cenário de 2025: Um Banquete Sem Prato Principal

A ideia de que “não havia um claro favorito” é, na verdade, uma ótima notícia para os jogadores. Isso sugere que os lançamentos não se concentraram em duas ou três franquias gigantes, permitindo que jogos menores e títulos de nicho tivessem espaço para brilhar. Quando o público e a crítica se dividem, geralmente é porque a excelência se manifestou de maneiras variadas e inesperadas.

Por Que a Diversidade Reina em Listas Pessoais?

Listas como a de Zwiezen tendem a valorizar a experiência única e a relevância cultural ou pessoal, em detrimento do impacto comercial. Em 2025, podemos especular que fatores específicos contribuíram para essa fragmentação de preferências:

  • A Ascensão Constante dos Indies: Jogos independentes continuam a preencher lacunas de criatividade que grandes estúdios, muitas vezes, evitam por medo de risco.
  • Fadiga de Gênero: Após anos de domínio de certos estilos (como RPGs de mundo aberto ou shooters), a comunidade busca inovação mecânica e narrativa, encontrando-a em lugares menos óbvios.
  • Longevidade e Conteúdo: Jogos de serviço mais antigos que receberam expansões ou atualizações monumentais podem facilmente competir com novos lançamentos, roubando espaço no topo das listas.

A falta de um “vencedor óbvio” transforma a lista de Jogo do Ano de uma coroação previsível para uma verdadeira curadoria de descobertas, forçando o leitor a olhar além dos jogos que dominaram o marketing.

A Lente Crítica de Zack Zwiezen

Jornalistas como Zack Zwiezen são conhecidos por terem perspectivas que, embora informadas, são profundamente pessoais. Em um meio dominado por algoritmos e métricas de vendas, as listas de final de ano são um lembrete importante de que a apreciação de um jogo é subjetiva. Se o ano não teve um jogo perfeito, o foco muda para a imperfeição mais fascinante ou a experiência mais memorável, não importa o seu tamanho.

Projeção de Gêneros Fortes em uma Lista sem Consenso

Para criar um Top 10 diversificado, o crítico precisa espalhar seus louvores por diferentes “nichos de excelência”. Baseado na premissa de um ano com muitos “bons” jogos, mas nenhum “extraordinário”, podemos projetar a composição da lista da seguinte maneira:

Posição Típica Gênero ou Tipo de Jogo (PT-BR) Justificativa na Ausência de Favorito
Top 3 (Altas Posições) O Jogo Indie Narrativo ou o Sucesso Surpresa Normalmente ocupado por títulos que oferecem experiências emocionais cruas ou mecânicas radicais, superando o polimento técnico.
4-7 (Meio da Lista) O Blockbuster Competente, mas Falho Grandes jogos AAA que entregaram qualidade, mas falharam em inovar ou tropeçaram em questões de desempenho/monetização.
8-10 (Menções Honrosas) O Jogo de Serviço Revitalizado ou o Lançamento de Nicho Títulos que receberam grandes melhorias pós-lançamento ou jogos que apelam especificamente a um público muito reduzido (simuladores complexos, RPGs de texto).

O Valor de uma Curadoria Subjetiva

Listas de final de ano publicadas por veículos de grande alcance, como a Kotaku, frequentemente se tornam o ponto de partida para debates acalorados na comunidade. A lista de Zwiezen, ao enfatizar a falta de um líder claro, serve como um convite explícito para que os leitores desafiem suas próprias percepções sobre o que constitui “o melhor”.

Se um ano de jogos está repleto de escolhas igualmente válidas, significa que a indústria está saudável e diversificada. A lista de 2025 não é apenas um ranking; é um mapa que mostra onde a inovação e o design de qualidade se esconderam, longe do holofote dos gigantes.

Conclusão

Embora ainda não tenhamos acesso aos dez jogos exatos que compõem a seleção de Zack Zwiezen, a manchete de seu artigo é talvez a revelação mais importante. 2025 pode ser lembrado não por um único jogo monumental, mas sim pela força coletiva de uma vasta biblioteca. Isso força a conversa sobre GOTY a ser menos sobre qual jogo “ganhou” e mais sobre quais experiências valem a pena ser jogadas. Uma excelente maneira de encerrar o ano gaming.

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Oliver A.

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