
2025: Quando a política global invadiu o mundo dos videogames.
A premissa de que games eram um refúgio seguro e apolítico ruiu. A neutralidade não era mais defensável.
Crises globais e ativismo interno de desenvolvedores forçaram corporações a um posicionamento claro.
Boicotes de um público jovem e engajado exigiram transparência e "moralidade de marca".
O ativismo dos próprios funcionários pressionou por maior responsabilidade social nas empresas de tecnologia.
O escapismo puro ficou mais difícil. Jogos agora ressoam com a sensação de incerteza do mundo real.
O entretenimento agora é engajamento e reflexão. Leia a análise completa!