O começo de TES 6 tem que quebrar o clichê do prisioneiro.
De Morrowind a Skyrim, sempre começamos em uma cela ou carroça. A fórmula precisa mudar.
A pressão é imensa. TES 6 deve ser uma experiência nova, e não só uma versão 2.0 polida.
A introdução precisa ser uma declaração de intenções, subvertendo a narrativa da série.
O jogador deve ser lançado no meio de uma ameaça cataclísmica, forçando uma reação instintiva.
Os primeiros 30 minutos são decisivos para engajar o público e justificar o hype de 10 anos.
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